Newsletter

Date: 2009-07-24 11:56:08
Newsletter 02 - Portalpolar

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JUNHO 09




EDITORIAL


O Portal Polar Português tem como objectivo principal dar a conhecer à comunidade lusófona as actividades polares portuguesas, mas também servir de fonte de informação sobre as regiões polares, não apenas para o grande público, mas ainda para a comunidade científica, media e todos os interessados nesta temática. A iniciativa nasceu a partir do projecto LATITUDE60! financiado pela Agência Ciência Viva e teve continuidade no âmbito das actividades do Comité Português para o Ano Polar Internacional, sendo actualmente apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia através do Programa Polar Português. É nossa intenção que este portal agregue o máximo de informação disponível sobre as regiões polares e que sirva de porta de entrada nacional para a informação polar. O portal agrega, por isso, vários tipos de informação, das quais se destacam: notícias actualizadas quase diariamente, uma base de fotografias de acesso livre, material didáctico diverso, ofertas de bolsas e de emprego, anúncios de congressos, diários de campanhas polares, bem como as principais novidades da ciência polar portuguesa. Com uma periodicidade trimestral, a que agora damos início, publicaremos a newsletter que inclui uma síntese das principais actividades polares nacionais, com destaque para os projectos de investigação em curso.

A equipa do Portal Polar apela à comunidade científica para nos enviar atempadamente informação sobre as actividades em curso e previstas, de modo a poderem ser noticiadas na newsletter, que terá edições regulares em Março, Junho, Setembro e Dezembro de cada ano. Outras notícias para publicação imediata após revisão pela Comissão Científica, podem ser enviadas directamente para comite.api@gmail.com.

Gonçalo Vieira e Ana Salomé
 




"Projecto POLAR: os primeiros resultados cientificos e educacionais"
José Xavier, investigador do IMAR, Universidade de Coimbra e British Antarctic Survey

clicar na imagem

 
  Elefantes marinhos (Mirounga leonina) e navio James Clark Ross. Ilha de Signy - Antárctica
 
  Camarão do Antárctico (Euphausia superba)
 
  Themisto (Themisto gaudichaudii)
 
  Peixe do Antárctico (Poromitra crassiceps)
 
  Lula (Chiroteuthis veranyi)
 
  Colónia de pinguins Macaroni (Eudyptes chrysolophus)
 
  Albatroz viajeiro (Diomedea exulans), Bird Island - Antárctica
O projecto POLAR tem-se desenrolado em várias frentes, quer ao nível cientifico quer ao nível educacional, e em várias colaborações internacionais.

A campanhã cientifica de 2009 é a mais longa de sempre para um cientista português na Antárctica. A primeira parte da campanha consistiu num cruzeiro internacional cientifico a bordo num dos mais conhecidos navios cientificos do mundo, o James Clark Ross, da British Antarctic Survey, cujo cruzeiro foi chamado JR200 (ou seja, já houve 199 cruzeiros antes deste realizado neste navio), que reuniu mais de 20 cientistas de todo o mundo (Inglaterra, França, Portugal, Escócia, USA, Alemanha, entre outros) entre Março e Abril 2009. O objectivo foi estudar os ciclos de vida, abundância e a sua distribuição de organismos que vivem no Oceano Antárctico, quer junto ao gelo, quer em mar aberto, quer em zonas produtivas onde focas, pinguins e albatrozes se vão alimentar, entre o Mar de Weddell, Mar de Scotia, a região da Geórgia do Sul e a Frente Polar Antárctica.

Após o cruzeiro , foi possível analisar os primeiros resultados, e estes foram muito positivos, pois tudo o que estava planeado, foi possível executar. Um dos resultados mais importantes foi obter mais dados sobre como uma corrente Oceânica SACCF (Frente sul da Corrente Circumpolar Antárctica) pode afectar tão grandemente a estrutura da cadeia alimentar , como salpas (Salpa thompsoni) e camarão do Antárctico (krill Euphausia superba) a sul da SACCF e anfipodes, zooplankton além do krill e peixe a norte da SACCF. À medida que vamo-nos dirigindo a norte a mudança de salpas e o camarão do Antárctico para outros organismos já se verificou! E foi de um dia para o outro... parecia estarmos num outro Oceano!!!! Este anfipode (que faz parte da Ordem Anfipoda, que são animais que compõem mais de 7000 espécies descritas de pequenos crustáceos, que vão do 1 mm aos 140 mm), chama-se Themisto gaudichaudii, um zooplanctón carnívoro, e foi o organismo mais numeroso!!! O resto das amostras nestas àguas foram peixes, umas lulas/potas magníficas e muitas outras espécies de crustáceos. Verificámos que as águas estavam muito mais quentes (mais de 4 graus em vez de por volta de 1-2 graus) para a altura do ano, tendo atravessado uma corrente chamada Frente sul da Corrente Circumpolar Antárctica (Southern Antarctic Circumpolar Current Front - SACCF). Nestes anos, dá claramente para ver a sua importância: faz de autêntica barreira para o krill e para as salpas. Assim, junto à Antárctida dominam 3-4 espécies de peixe e são muito abundantes, enquanto a norte junto à Georgia do Sul, passamos para mais de 20-30 espécies de peixe (nomeadamente mictofídeos), registado recentemente por um artigo nosso no jornal Polar Biology (Collins, Xavier et al. 2008). Com o Themisto, veio também um camarão de águas mais quentes, Euphausia vallentini, que inicialmente nos parecia uma outra espécie típica de águas frias. E assim, mostramos que estávamos em águas mais quentes (dados dos colegas oceanografos, que estudam as correntes e as características da água), com animais típicos dessas águas mais quentes ...e uma curiosa informação: mais diversidade de espécies!!!

Após caracterizar a produtividade do Oceano Antárctico no cruzeiro cientifico, ou seja, perceber que comida existe disponivel para animais do topo da cadeia alimentar como os pinguins e albatrozes, eu ficarei em Bird Island, Geórgia do Sul (Antárctica) por mais 7-8 meses durante o Inverno Austral, onde me encontro presentemente. Estou a estudar o comportamento de albatrozes e pinguins em relação às alterações climáticas. Será que eles conseguem adaptar-se às flutuações de alimento? E que estratégias têm estes animais para se adaptarem a mudanças bruscas de abundância do seu alimento. E que consequências podem ter na sua sobrevivência como espécie? Grandes questões que vou procurar a resposta...

Dentro do projecto POLAR, com uma bolsa da CGD e em colaboração com a British Antarctic Survey, Silvia Lourenço tem estado a avaliar a idade de peixes mictófideos, complementado o trabalho realizado quer no cruzeiro cientifico quer em Bird Island. O seu trabalho é de extrema importância, pois vai contribuir com dados da biologia de mictofídeos, e contribuir para percebermos como as interacções entre o seu ciclo de vida (dados da Sílvia), a sua abundância e distribuição (dados do cruzeiro) e a sua disponibilidade a predadores (dados os predadores na Antárctica) estão interligados e como podem ser afectados por factores ambientais.

Complementar à ciência o projecto POLAR tem sido muito activo educacionalmente. Desde o início de Março, durante o cruzeiro cientifico, estive em contacto directo com Radios do Brazil, conferência ao vivo para a Malásia, entrevista para uma workshop no Árctico (a partir da Antárctica) e com escolas de Portugal, Reino Unido e Brazil, quer pela internet, quer por email ou telefone. 2 crónicas são semanalmente escritas para blogs em Português e em Inglês. Mais recentemente, o prof. Paulo Silva da Escola EB2,3 Infante D. Fernando publicou o livro "Pensar Verde: contributo das novas gerações" sobre as actividades dos últimos 2 anos e é um reflexo do seu excelente trabalho durante o Ano Polar Internacional e explicar, mais uma vez, o porquê do sucesso de Portugal. O livro "Pensar Verde: contributo das novas gerações" é inovador. Ilustra brevemente, mas exemplarmente, a importância das regiões polares, evidência como todas as regiões do planeta estão interligadas e que o que pode acontecer na Antárctica pode afectar o Algarve. Mais, dá-nos ideias de como podemos ajudar a valorizar o meio ambiente, protegendo-o. Esta expedição vai extender-se até Novembro 2009.


José Xavier encontra-se presentemente em campanha na Antárctida até Novembro do corrente. O desenrolar das suas actividades poderão ser consultados em http://portalpolarantigo-tmp.ul.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=328&Itemid=104




Condutividade térmica de testemunhos obtidos em duas perfurações realizadas na Ilha de Livingston (Antárctida)

Paulo Amaral, António Correia, Gonçalo Vieira, Miguel Ramos, Alexandre Trindade


Panorâmica do Sítio CALM Panorâmica do Sítio PAPAGAL

Decorreu em Siguenza, Espanha, entre os dias 21 e 24 de Junho, o II Congresso Ibérico da International Permafrost Association. Aí reuniram-se especialistas Ibéricos no estudo dos solos gelados e ambientes periglaciários na Terra e em outros planetas. Foram discutidos e apresentadas diversas comunicações e posters.

Aspecto da perfuração no Sítio CALM


Nesta nota damos conta dos resultados, ainda que preliminares, de um projecto, em fase de execução, que tem por objectivo o estudo e a determinação laboratorial da condutividade térmica e da difusividade térmica de testemunhos recolhidas em dois furos realizados na Ilha de Livingston na Antárctida marítima. O projecto, intitulado Caracterização petrofísica de amostras de rocha e solo como contributo para o estudo do permafrost e das alterações climáticas na Antárctida é financiado pela Caixa Geral de Depósitos sob a forma de uma bolsa de investigação científica concedida a Paulo Maciel Amaral e está associado ao projecto do Programa Polar Português - PERMANTAR.

Os resultados dos trabalhos desenvolvidos até agora no âmbito do projecto referido foram apresentados no referido congresso sob a forma de um poster intitulado “Condutividade térmica de testemunhos obtidos em duas perfurações realizadas na Ilha de Livingston (Antárctida). Resultados preliminares”. Os resultados laboratoriais para a condutividade térmica e a difusividade térmica referem-se a testemunhos obtidos em duas perfurações realizadas na Ilha de Livingston nos meses de Janeiro e Fevereiro de 2008 junto à Base Antárctica Búlgara (BAB) de St. Kliment Ohridski. Os dois furos estão localizados na Península de Hurd, na Ilha de Livingston, e têm as seguintes coordenadas: Sítio CALM (Figura 1) 60º21’44.3’’W 62º38´48.5’’S; e Sítio Papagal (60º21’49.3’’W 62º38’54.2’’S).

A condutividade térmica e a difusividade térmica são duas propriedades físicas dos materiais rochosos que estão relacionadas com a maneira como a energia se transmite através deles. São parâmetros fundamentais para descrever e compreender os fenómenos de transferência de energia no solo e, em particular, em zonas de permafrost. A condutividade térmica é uma medida da maior ou menor facilidade com que os materiais conduzem a energia térmica; por outro lado, a difusividade térmica mede a maior ou menor facilidade com que os materiais perdem energia.

Tabela 1
TC e TD referem-se à condutividade térmica e à difusividade térmica, respectivamente. Th, U e K referem-se aos elementos radioactivos Tório, Urânio e Potássio, respectivamente.

Orientação relativa das três direcções de determinação laboratorial da condutividade térmica e da difusividade térmica (ver Tabela 1)

Na Tabela 1 são apresentados os valores da condutividade térmica e da difusividade térmica para os diferentes testemunhos obtidos nas duas perfurações referidas. É de notar que para cada testemunho foram medidas as condutividades térmicas e as difusividades térmicas segundo três direcções ortogonais (ver figura ao lado) com vista a estudos posteriores de anisotropia daquelas duas propriedades. A estrutura cristalina, os planos e a estratificação das rochas poderão variar no espaço, este fenómeno condiciona os processos de transferência térmica no material, e consequentemente os valores de condutividade e difusividade térmica.

Na tabela são também apresentados os valores médios da produção de calor para cada uma das formações atravessadas pelos dois furos.




O Estudo de Contaminantes no Árctico

João Canário e Marta Nogueira


Amostra de Gelo de um lago do Árctico
Um dos aspectos que tem contribuído para a investigação científica no Árctico tem sido a aparente contaminação deste ecossistema por poluentes que para ele são transportados via transporte atmosférico ou correntes marinhas.

Desde algumas décadas que são conhecidos e alvo de estudos os níveis elevados de metais pesados e compostos orgânicos persistentes (exemplo: PAH’s, PCB’s) na flora boreal nomeadamente na belugas os ursos polares entre outros mamíferos marinhos.

A questão que se tem colocado tem sido qual ou quais os mecanismos de transporte e dispersão deste poluentes nestes sistemas.

Estudos levados a cabo pela equipa polar do IPIMAR e pelos investigadores do Environment Canada têm permitido clarificar um pouco alguns mecanismos responsáveis por estes processos. Os resultados das duas campanhas de investigação que aqui se apresentam de forma sumária mostram que após a deposição atmosférica, grande parte dos contaminantes tendem a ficar acumulados na neve e no gelo muitas vezes associados a partículas de carbono orgânico que ficam igualmente retidos nestas matrizes. Factores de enriquecimento de até oito vezes foram determinados para mercúrio e chumbo no gelo da Baia de Hudson perto de Kuujjuarapik (Québec, Canadá).

A questão fundamental prende-se então com o destino deste poluentes a quando da fusão destas camadas de gelo e neve numa perspectiva mais global a quando da fusão total de todo o gelo árctico prevista nos modelos de aquecimento global.


Perfis verticais das concentrações de cobre, chumbo e vanádio no gelo e na água em quatro estações junto à Baia de Hudson (Árctico canadiano). As profundidades são unicamente indicativas.



Os estudos em curso estão a demonstrar que as quantidades de metais pesados dissolvidos aumentam consideravelmente nas águas dos lagos e rios do árctico a quando da fusão sazonal da primavera e que por estes metias se encontrarem numa forma mais “biodisponível” se tenderão a concentrar nos organismos aquáticos constituindo mesmo um risco para as populações humanas devido à bioconcentração destes poluentes nas teias tróficas.

Neste momento encontra-se a decorrer um segundo estudo efectuado noutra zona do Árctico Canadiano que procura confirmar os resultados obtidos em Kuujjuarapik.



Campanha Oceanográfica na região da Península
Rafael Mendes


No âmbito do projecto SOS-CLIMATE (Southern Ocean Studies for Understanding Global-CLIMATE Issues) e como resultado de uma parceria entre o grupo de Botânica Marinha do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (CO-FCUL) e o grupo de Oceanografia de Altas Latitudes (GOAL) da Universidade Federal do Rio Grande, Brasil, o investigador Rafael Mendes (aluno de doutoramento do CO-FCUL) participou numa importante campanha oceanográfica realizada na região da Península Antárctica durante os meses de Fevereiro/Março de 2009.

As actividades da presente campanha foram inseridas no programa Antárctico Brasileiro e tiveram como principal objectivo o estudo das comunidades de fitoplâncton em torno da Península Antárctica. Com esta finalidade foram executadas estações oceanográficas no Estreito de Bransfield, na Passagem de Drake e no Mar de Weddell. Durante o cruzeiro SOS-CLIMATE II (2009), além das estações oceanográficas, foram realizadas duas actividades inéditas para a pesquisa oceanográfica brasileira em águas antárcticas: o lançamento de amarrações oceanográficas e a marcação de Icebergs.

Rafael Mendes é aluno de doutoramento da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), em co-tutela com a Universidade Federal do Rio Grande (FURG – Brasil), com bolsa atribuída pela FCT e com inicio dos trabalhos em Fevereiro de 2008. Um dos objectivos do seu projecto de doutoramento será compreender o comportamento destas comunidades de fitoplâncton nesta região polar. Nesta campanha ficou responsável pela determinação dos pigmentos fotossintéticos por Cromatografia Líquida de Elevada Resolução (HPLC), cujas análises foram efectuadas no laboratório de Botânica Marinha do Centro de Oceanografia da FCUL. Desta cooperação irão resultar relevantes trabalhos científicos acerca de um dos mais peculiares ecossistemas do globo terrestre.



 
 
 
 
 
Postdoctoral Research Position Available - Land-Surface Hydrological Modeling

Graduate Student Opportunity Available - Biogeochemical Modeling/ Regional Climate Downscaling

Postdoctoral Position: Antarctic Meteorite Recovery and Planetary Research

Post Doctoral Position: Microbial Ecology of Frozen Worlds

PhD position at the University of Zurich

Post Doctoral Position: Ice Core Geobiology/Geochemistry

Call for applications: ICSU’s Review Committee for Science Education

Eddy Covariance Technician

Job vacancy in Physical Geography: Cold Environments at Northumbria University

PhD position Climate modeling

Postdoctoral Position in Antarctic climate reconstruction -- Universityof Washington

Open permanent position as a specialist in satellite remote sensing

Research Fellowship in ice sheets, climate and sea level change

Phd studenship and post-doctoral positions within new European FP7 climate/ocean project

Executive Officer for International GEOTRACES Programme

Veja aqui a listagem completa de empregos
 
 
MOCA-09 ( IACS-IAMAS-IAPSO Joint Assembly) - Our worming planet - 19 a 29 Julho 2009, Canadá

International Symposium on Glaciology in the International Polar Year
- 27 a 31 Julho 2009, Reino Unido

Symposium Announcement - Survival In a Changing World
- 2 a 6 Agosto 2009, Japão

GeoNorth 2009 conference - 4 a 6 Agosto 2009, Alasca

Nuuk Climate Days, workshop on the Arctic Freshwater Budget and the Changes in the Greenland Cryosphere, 25 a 27 Agosto 2009, Gronelândia

Cold Regions Engineering 2009 - Fourteenth International Conference - 30 Agosto a 2 Setembro 2009, Minnesota

8th International NCCR Climate Summer School 2009, with participation of IGBP-PAGES - 30 Agosto a 4 Setembro 2009, Suíça

IGS British Branch 34th Annual Meeting 2009 - 2 a 3 Setembro 2009, University of Sheffield

First AntarcticClimate Evolution (ACE) Symposium - 7 a 11 Setembro 2009, Espanha

ACE Symposium Drilling Workshop: Invitation to Participate - 12 a 13 Setembro 2009, Espanha

Workshop on Ocean Biology Observatories - 16-18 Setembro 2009, Itália

2009 WAIS/FRISP - 27 a 29 Setembro 2009, Washington

XVII Simposio Brasileiro sobe Pesquisa Antártica - 29 Setembo a 1 Outubro 2008, Brasil

9th ACUNS International Student Conference on Northern Studies - 2 a 5 Outubro 2009, Canadá

Global Change Challenges: Transforming Energy Systems - 3 a 7 Outubro 2009, Suécia

18th Biennial Conference on the Biology of Marine Mammals
- 11 a 16 Outubro 2009, Canadá

Inspiring Climate Education - ICE '09 - 12 a 14 Outubro 2009, Dinamarca

UKPN Cryospheric Science Workshop - 4 a 6 Novembro 2009, Reino Unido

International Workshop on Glacier Hazards, Permafrost Hazards and GLOFs in Mountain - 10 a 13 Novembro 2009, Viena

17th Arctic Conference - 13 a 14 Nobembro 2009, Colorado

IPY International Early Career Researcher Symposium - 4 a 8 Dezembro 2009., Canadá

2nd GEOTRACES data/model synergy workshop - 7 a 10 Dezembro 2009, França

6th ArcticNet Annual Scientific Meeting (ASM2009) - 8 a 11 Dezembro 2009, British-Columbia.

Fall 2009 AGU Union Session: U11 Biogeophysical Exploration of Subglacial Systems and Global Implications - 14 a 18 Dezembro 2009, Califórnia

Arctic Frontiers 2010 - 27 a 29 Janeiro 2009, Noroega

Internationl glaciological Conference “Ice and Climate Change: A View from the South” (VICC 2010) - 1 a 3 Fevereiro 2010, Chile

2010 State of the Arctic Conference - 16 a 19 March 2010 , Florida

Arctic Science Summit Week 2010 - 15 a 19 Abril 2010, Gronelândia

Third International Conference on Debris Flow - 1 a 3 Fevereiro 2010, Chile

Sixth EGU Humboldt Conference on "Climate Change, Natural Hazards, and Societies" - 14 a 19 Março 2010, Mexico

Third International Conference on Debris Flow - 24 a 26 Maio 2010, Itália

International Symposium on Ice International Glaciological Society - 31 Maio a 4 Junho 2010, Norway

Symposium on the Politics of Antarctica - 8 a 10 Julho 2010 , Nova Zelândia

IPY Oslo Science Conference - 8 a 12 Junho 2010, Noruega

SCAR 2010 Open Science Conference - 3 a 6 Agosto 2009, Argentina

Cryospheric Changes and Influences — Cryospheric Issues in Regional Sustainable Development, International Joint Conference - 12 a 14 Agosto 2010, China

Veja aqui a listagem dos congressos e datas de inscrição
 

 
Call para pré-propostas - Marine Mammal Commission
Prazo: 5 Agosto 2009
Áreas (5):
- Marine Mammals and Climate Change in the Arctic Ocean and Bering Sea;
- Calibration of New Methods for Surveying Marine Mammals;
- Alternative Observer Coverage for Marine Mammal Species at High Risk from Fishery Interactions;
- Building Capacity for Marine Mammal Research and Conservation in the Caribbean Region; and
- Assessment and Conservation of Sirenians.
"Marine Mammal Commission Fund"


The “Martha T. Muse Prize for Science and Policy in Antarctica”
A US$ 100,000 unrestricted award presented to an individual in the fields of Antarctic science or policy that has demonstrated potential for sustained and significant contributions that will enhance the understanding and/or preservation of Antarctica.
Further details at www.museprize.org.
Nominations close: October 15th


Toda a informação sobre concursos aqui.
 

 
Special Course Announcement - Advanced Biology in Antarctica

Advanced Biology Training Course in Antarctica, January 2010

Toda a informação sobre cursos aqui.
 
 
 
FICHA TÉCNICA:

Coordenação: Gonçalo Vieira, José Xavier e Ana Salomé

Colaboradores nesta edição: Alexandre Trindade, Gonçalo Vieira (Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa); António Correia e Paulo Amaral (Centro de Geofísica da Universidade de Évora); João Canário e Marta Nogueira (Instituto das Pescas da Investigação e do Mar); José Xavier (Centro de Ciências do Mar, Universidade do Algarve); Miguel Ramos (Departamento de Física da Universidade de Alcalá de Henares); Rafael Mendes (Instituto de Oceanografia da Universidade de Lisboa)

Contactos:
comite.api@gmail.com (Ana Salomé)

Patrocínios: CGD, Programa Caixa Carbono Zero

 
portalpolarantigo-tmp.ul.pt


 

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