Newsletter

Date: 2009-07-01 13:36:25
Newsletter 01 - Portalpolar

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MARÇO 09




EDITORIAL

O Portal Polar Português tem como objectivo principal dar a conhecer à comunidade lusófona as actividades polares portuguesas, mas também servir de fonte de informação sobre as regiões polares, não apenas para o grande público, mas ainda para a comunidade científica, media e todos os interessados nesta temática. A iniciativa nasceu a partir do projecto LATITUDE60! financiado pela Agência Ciência Viva e teve continuidade no âmbito das actividades do Comité Português para o Ano Polar Internacional, sendo actualmente apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia através do Programa Polar Português. É nossa intenção que este portal agregue o máximo de informação disponível sobre as regiões polares e que sirva de porta de entrada nacional para a informação polar. O portal agrega, por isso, vários tipos de informação, das quais se destacam: notícias actualizadas quase diariamente, uma base de fotografias de acesso livre, material didáctico diverso, ofertas de bolsas e de emprego, anúncios de congressos, diários de campanhas polares, bem como as principais novidades da ciência polar portuguesa. Com uma periodicidade trimestral, a que agora damos início, publicaremos a newsletter que inclui uma síntese das principais actividades polares nacionais, com destaque para os projectos de investigação em curso.

A equipa do Portal Polar espera que esta seja a primeira de uma longa série de newsletters e apela à comunidade científica para nos enviar atempadamente informação sobre as actividades em curso e previstas, de modo a poderem ser noticiadas na newsletter, que terá edições regulares em Março, Junho, Setembro e Dezembro de cada ano. Outras notícias para publicação imediata após revisão pela Comissão Científica, podem ser enviadas directamente para comite.api@gmail.com.

Gonçalo Vieira e Ana Salomé
 
NOTÍCIAS – CIÊNCIA POLAR PORTUGUESA
 
Parametrização de processos de superfície associados à Neve
Emanuel Dutra, Pedro Viterbo e Pedro Miranda

Uma das características mais importantes do clima terrestre é a presença ou ausência de cobertura de neve. Nas latitudes médias e elevadas, a cobertura de neve apresenta um ciclo sazonal - acumulação na estação fria e depleção no início e durante a estação quente. Nas zonas polares, e em altitudes elevadas, a cobertura da neve é permanente, i.e., existe acumulação durante a estação fria, mas a depleção é apenas parcial durante a estação quente. A cobertura da neve é importante para o clima terrestre porque: (i) a neve reflecte grande parte a radiação solar de curto comprimento de onda (i.e. tem um elevado albedo), afectando significativamente o balanço de energia à superfície; (ii) o manto de neve é um componente relevante no ciclo hidrológico, actuando como reservatório de água nas estações frias, e fonte para a atmosfera ou solo nas estações quentes e; (iii) uma maior depleção no Verão do que acumulação no Inverno pode induzir o recuo dos glaciares e redução das calotes polares.

De seguida são apresentados os desenvolvimentos e validação das alterações efectuadas ao esquema de neve que integra do modelo HTESSEL (modelo de superfície do ECMWF – European Center for Medium Range Weather Forecast). Duas novas parametrizações para a representação do conteúdo em água líquida na neve, e uma nova parametrização para a densidade da neve foram desenvolvidas e testadas quer localmente quer a nível global. Também foram efectuadas simulações acopladas com o modelo atmosférico no âmbito do consórcio EC-EARTH. Este consórcio é constituído por vários grupos Europeus, incluindo CGUL-IDL e o Instituto de Meteorologia, e tem por objectivo o desenvolvimento do modelo de circulação global do ECMWF para simulação climáticas a integrarem o próximo relatório do IPCC AR5.

Foram desenvolvidos dois esquemas para a representação do conteúdo de água líquida no manto de neve (diagnóstico e prognóstico), bem como uma nova parametrização para a evolução da densidade da neve. As novas parametrizações foram testadas localmente, utilizando dados de projecto SNOWMIP2 que incluem observações em 5 locais (Canada, Suíça, USA, Japão e Finlândia). As novas parametrizações têm impactos positivos na evolução temporal da massa e densidade da neve. Em escalas regionais, também se observam melhorias significativas no escoamento à superfície e armazenamento terrestre de água em várias bacias hidrográficas (e.g. Mackenzie - Canada, Ob e Yenisei - Russia).
 

Simulações globais, de 10 anos, acopladas com o modelo atmosférico, no âmbito do projecto EC-EARTH, apontam para melhorias significativas quer à superfície querem em altitude. Na figura são apresentadas as diferenças entre o modelo controle e reanálise ERA-40 (esquerda) e as diferenças entre o controle e o novo esquema de neve (direita). O elevado viés da temperatura aos 2 metros sobre a Eurasia e Canada é parcialmente reduzido com o novo esquema de neve. Também se observam melhorias nos padrões de circulação no Hemisfério Norte, principalmente na Oscilação do Árctico.

Alguns dos problemas identificados no modelo HTESSEL foram ultrapassados com a nova parametrização, que foi aceite para integrar o próximo ciclo operacional do modelo do ECMWF. Presentemente estão a ser efectuadas novas simulações com o modelo atmosférico, de forma a estender a validação e analisar mecanismos de feedback que sejam amplificados/alterados em cenários de mudança global.
 
Projecto Albatroz
Paulo Catry, Unidade de Investigação em Eco-Etologia, ISPA.

Dando seguimento ao estudo de longo prazo que temos vindo a realizar com albatrozes-de-sobrancelha Thalassarche melanophris nas lhas Falkland/Malvinas, estão a decorrer, pelo sexto ano consecutivo, trabalhos de campo em New Island (http://www.falklandswildlife.com/). No início desta primavera austral (no mês de Outubro), dedicámo-nos a procurar todos os cerca de 500 albatrozes que temos individualmente marcados em 6 pequenas colónias de estudo. As marcas consistem em anilhas de metal e de plástico, inofensivas para as aves, mas muito úteis para os investigadores. Os resultados foram animadores. Praticamente 97% das aves que confirmámos estarem vivas no ano passado sobreviveram até à presente época de nidificação. É uma excelente taxa de sobrevivência, mesmo para aves de grande longevidade como os albatrozes. Indivíduos de populações com estes níveis de sobrevivência anual podem por vezes chegar a viver 40 ou 50 anos!! Infelizmente, nem todos os anos temos mortalidades tão baixas e sabemos que, em particular, as aves jovens, pré-reprodutoras, morrem muito mais do que isto.

Nas décadas mais recentes, muitas populações de albatrozes têm sofrido decréscimos significativos, ao ponto de muitas delas serem consideradas ameaçadas. Entre as várias causas, crê-se que o factor mais importante é uma elevada mortalidade acidental causada por artes de pesca. Os albatrozes são atraídos para os navios pela grande quantidade de peixes sem interesse comercial e restos do processamento da pescaria que são deitados borda fora. Nestas circunstâncias, não é raro que as aves colidam com os cabos que puxam as redes de arrasto, ou que engulam anzóis iscados nos longos aparelhos de pesca. Num caso ou noutro, o resultado mais frequente da ocorrência é a morte da ave. Felizmente que, nalgumas regiões, é já obrigatório o uso de medidas que minimizam a probabilidade de capturas acidentais, como sejam a proibição de lançar anzóis ao mesmo tempo que se estão a deitar restos de peixe ao mar.

 

No quadro do Projecto Albatroz, uma das acções previstas é o estudo detalhado as áreas de alimentação dos albatrozes e dependência alimentar dos restos lançados pelos navios de pesca. Por um lado, temos vindo a estudar a dieta das aves, avaliando qual a percentagem do alimento que deverá provir das frotas industriais e qual a proporção que é capturada numa situação “mais natural”. Por outro lado, estamos a iniciar seguimento das aves com GPS (pequenos GPS de 30g que são temporariamente colados às costas dos indivíduos estudados). Esta informação será cruzada com dados do “Vessel Monitoring System”, do Departamento de Pescas das Falkland, para investigar, exactamente, quanto tempo é que cada albatroz passa nas proximidades dos navios de pesca, e em que circunstâncias. Do cruzamento das informações referidas acima, procuraremos compreender, por exemplo, se são os machos ou as fêmeas que mais se associam aos navios de pesca, se existem indivíduos especializados naquele tipo de estratégia de alimentação, ou se todas as aves participam de igual forma nas concentrações junto aos pesqueiros. Investigaremos também se as aves que mais utilizam os recursos dos navios têm maior ou menor sucesso reprodutor, quais as taxas de crescimento das suas crias, e como variam e interagem estes parâmetros com as oscilações do clima e da temperatura da superfície do mar, e com as variações na disponibilidade de outros recursos tróficos.

 
Ciência polar:
Podem os pinguins e albatrozes ajudar-nos a compreender as alterações climáticas?

José Xavier

A ciência é importante, até para os pinguins e albatrozes do Oceano Antárctico. Eu pretendo compreender como os animais polares marinhos, tal como os pinguins, albatrozes e focas, são capazes de sobreviver à medida que as alterações climáticas alteram o habitat onde vivem. O projecto chama-se POLAR.

Com o nosso planeta a aquecer, as regiões polares são alguns dos melhores locais para estudar estes animais que estão extremamente adaptados só ao frio. No frio do Antárctico, a maioria dos animais que aí vivem dependem no Oceano Antárctico (aliás, o maior animal terrestre na Antárctica tem apenas 3 mm), e assim eu, como biólogo marinho, uso ciência polar para avaliar como a cadeia marinha funciona.

Nesta matéria a Ciência é extremamente importante pois fornece uma estrutura para responder a determinadas questões. Primeiro que tudo é preciso encontrar essa questão pertinente que a ciência pretende achar uma resposta. Depois é importante procurar informação sobre o que já foi feito sobre essa questão e estabelecer uma hipótese a testar. Determinar um bom método para obter bons resultados e posteriormente discuti-los ao detalhe. “ Poderás concluir algo com os teus resultados?” Ao seguir este procedimento (Introdução, métodos, resultados, discussão e conclusões), a ciência tenta responder a todas as questões.

Assim, para a minha ciência, uma das questões que tenho levantado no meu projecto é “ se o ambiente está a sofrer modificações, como é que animais como os pinguins e albatrozes são capazes de se adaptarem? Será que se podem extinguir?” Obter uma resposta rápida é importante para proteger estes animais, e o método científico pode ajudar. Depois de levantar esta questão, eu procurei um método para lhe dar resposta e achei: rastreio GPS e/ou de satélite!!!! Ao colocar pequenos aparelhos nas costas destes animais, eles podem enviar sinais para satélites a dizer a sua posição, e assim eu posso saber onde eles estão a qualquer momento. Complementado estes dados, eu também tenho usado dados das correntes (se estas estão a aquecer, se os animais têm estado em áreas diferentes do que é normal), dados sobre o que os pinguins e albatrozes se alimentam e que quantidade de alimento se encontra no Oceano Antárctico. Tudo com muita ajuda de numerosos cientistas de todo o mundo, aliás, sem estas colaborações internacionais, todos estes dados seriam difíceis de obter.

Eu tenho estado a descobrir que os albatrozes são animais brilhantes na sua adaptação ao meio marinho, em bons anos em que o seu alimento preferido é abundante. No entanto, em anos muito maus (muitas vezes associado a correntes mais quentes que vêm em direcção à Antárctica), estes animais têm muitas dificuldades em encontrar alimento. Eu concluí que alguns albatrozes poderão ter dificuldades em sobreviver caso estes anos maus continuem. Durante este projecto é exactamente isto que estou a avaliar: qual é o limite de quanto um pinguim ou albatroz é capaz de se adaptar a este ambiente em mudança, particularmente naqueles anos mais difíceis?

Outra questão é que alguns albatrozes gostam de seguir barcos de pesca para obter comida e por vezes são capturados pelos anzóis e morrem afogados. Eu e os meus colegas temos feito esforços para educar pescadores a colocar os seus aparelhos de pesca só à noite (de modo a que os animais não os vejam) e usar aparelhos e anzóis mais pesados (de modo a afundarem mais rapidamente e os albatrozes não os conseguirem apanhar). Existe sempre esperança!!!

Olhando para fotos de pinguins e albatrozes tiradas por nós, eu sinto sempre que posso fazer sempre mais para ajudar...e o meu segredo...é a ciência!

Mais notícias do projecto POLAR para muito breve!

José Xavier é um jovem cientista polar português, biólogo marinho doutorado pela Universidade de Cambridge em Zoologia, colaborando com instituições estrangeiras (Reino Unido e França) para estudos de comportamento de animais polares marinhos. Ele é responsável por coordenar actividades e projectos de investigação polar e de educação devotados às regiões polares, nacional e internacionalmente.

 
Permafrost e Alterações Climáticas na Antárctida Marítima – PERMANTAR
Gonçalo Vieira

O permafrost (solo permanentemente gelado) é central para o ciclo do carbono e para o sistema climático e é reconhecido pelo WCRP/WMO (World Climate Research Programme/World Meteorological Organization) como um elemento chave do Sistema Terra, que deve ser prioritário em termos de esforço de investigação. Comparado com o Árctico, pouco se sabe acerca das características do permafrost da Antárctida. A principal razão para isso, é a escassa rede de perfurações para monitorização do permafrost e da camada activa naquela região. De acordo com o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), nas últimas décadas, a extensão das regiões com permafrost tem diminuído, e um aquecimento do solo tem sido observado em muitas áreas.

O projecto PERMANTAR centra-se nas ilhas Shetlands do Sul, um arquipélago localiza do próximo da Península Antárctica, uma das regiões da Terra onde o aumento das temperaturas médias do ar tem sido mais acentuado. Os trabalhos de campo decorrem nas ilhas Livingston e Deception, que apresentam condições climáticas semelhantes (temperatura média anual de cerca de -3ºC), mas características geológicas e geomorfológicas contrastadas. A ilha Livingston é montanhosa e 90% da sua área está coberta por glaciares. O substrato na área de estudo é composto por metassedimentos, com boas características para monitorizar as interacções entre o permafrost, a dinâmica geomorfológica e o clima. A ilha Deception é um vulcão activo e 60% da ilha está ocupada por glaciares. Fortes anomalias geotérmicas ocorrem em vários pontos da ilha, atribuindo-lhe características únicas para o estudo da interacção entre vulcanismo, dinâmica geomorfológica e permafrost.

O projecto contribui para o esforço científico mundial para colmatar o hiato no conhecimento acerca do permafrost da Antárctida, e da sua sensibilidade e implicações para as variações climáticas. Inclui a instalação e manutenção de perfurações para monitorização das temperaturas do permafrost, bem como de sítios para a monitorização da camada activa (CALM-S). Estas infra-estruturas serão incluídas na Global Terrestrial Network for Permafrost (GTN-P) da Organização Meteorológica Mundial e da International Permafrost Association, e os dados contribuirão para a Global Geocryological Database (GGD/NSIDC). As GTN-P/GGD são serviços de arquivo de dados que estão disponíveis para a comunidade científica. A validação do modelos climáticos globais e regionais com dados de campo é fundamental e esse será um contributo essencial do PERMANTAR.

Os objectivos do PERMANTAR centram-se ainda: na monitorização da dinâmica geomorfológica; no estudo da influência do clima na temperatura do permafrost; na modelação da variabilidade climática da Península Antárctica usando modelos de mesoescala; e na modelação do permafrost. Um contributo importante será a avaliação das possibilidades de aplicação dos modelos desenvolvidos em outras áreas da Península Antárctida. Outro resultado inovador é a construção de uma base de dados das propriedades fí sicas do substrato das áreas de estudo.

O projecto PERMANTAR é a contribuição portuguesa para os Core Projects do Ano Polar Internacional “TSP - Thermal State of Permafrost: an International Network of Permafrost Observatories” (IPA) and “ANTPAS - Antarctic and sub-Antarctic Permafrost, Soils and Periglacial Environments”.

A campanha de 2008-09 decorreu entre 2 de Janeiro e 28 de Fevereiro de 2009 e envolveu 5 investigadores portugueses:

Gonçalo Vieira (Investigador Principal, CEG-UL) participou no quadro da campanha antárctica espanhola e desenvolveu trabalhos nas ilhas Livingston e Deception. Coordenou a campanha nacional e trabalhou no âmbito da monitorização geomorfológica, prospecção geofísica, perfurações em permafrost e instalação de sítios de monitorização da camada activa.

Alexandre Trindade (CEG-UL) e António Correia (CGE) integraram a campanha antárctica búlgara na base St. Kliment Ohridski na Ilha Livingston. Os trabalhos consistiram na instalação de uma estação meteorológica automática, manutenção da instrumentação instalada na campanha anterior, uma nova perfuração, e actividades de prospecção de resistividade eléctrica do solo e de monitorização geomorfológica.

Mário Neves e Vanessa Batista (CEG-UL) integraram a campanha antárctica argentina na ilha Deception e os seus trabalhos centraram-se na instalação de equipamento de monitorização de resistividade eléctrica, prospecção através de tomografias eléctricas de resistividade, monitorização da dinâmica geomorfológica e na instalação de um sítio de monitorização da camada activa.

O diário de campanha desta expedição pode ser consultado em
http://www.cgd.pt/Site/Ano-Polar-Internacional/Pages/Jovens-Cientistas-Polares.aspx.
Perfurações no permafrost na ilha Deception
Estação meteorológica instalada na ilha Livingston
Monitorização da dinâmica geomorfológica na ilha Livingston
Prospecção geoeléctrica na ilha Deception
 
EMPREGO
 
 
PRÓXIMOS CONGRESSOS
 
Antarctic Sea Ice Workshop-IPY Cruises - 23 a 24 Março 2009, Itália

VII International Drumlin Symposium - 23 a 26 Março 2009, Irlanda

Arctic Science Summit Week (ASSW) - 23 a 28 Março 2009, Noruega

Subglacial workshop - 25 - 26 Março 2009, Noruega

4th Malaysian International Seminar on Antarctica (MISA4) - Legacy of IPY to the Tropics - 1 a 3 Abril 2009, Malásia

International Symposium on Snow and Avalanches – 6 a 10 Abril 2009, Índia

5th Annual Polar Technology Conference - 16 a 17 Abril 2009, Wisconsin

Workshop on Measuring Climate Change Impacts in the Southern Ocean - 20 a 24 April 2009, Tasmânia

The 39th Annual International Arctic Workshop – 21 a 24 Abril 2009, Maine

UK Polar Network: Atmospheric Sciences Workshop - 29 Abril a 1 Maio 2009, Reino Unido

IV IAC - III International Polar Year 2007-2008: Results and Outlooks - 12 a 14 Maio 2009, Ucrânia

American Meteorological Society's 10th Polar Conference on Meteorology and Oceanography - 18 a 21 Maio, 2009, Wisconsin

2nd Chaotic Modeling and Simulation International Conference (CHAOS2009) - 1-5 Junho 2009, Grécia

High Mountain Glaciers and Challenges caused by Climate Change - 8 a 10 Junho 2009, Noruega

16th International Symposium on Polar Sciences - 10 a 12 Junho 2009, Coreia do Sul

AGU Chapman Conference on Abrupt Climate Change - 15 a 19 Junho 2009, Ohio

APECS/UNIS Summer School - 15 Junho a 3 Julho 2009, Noruega

II Congreso Ibérico de la International Permafrost Association - 21 a 24 Junho 2009, Espanha

Goldschmidt™2009 - "Challenges to Our Volatile Planet" - 21-26 Junho 2009, Suíça

Joint DynaQlim / GGOS Workshop on Understanding Glacial Isostatic Adjustment - 23 a 26 Junho 2009, Finlândia

Past Global Changes(PAGES), 3rd Open Science Meeting – 8 a 11 Julho 2009, Oregon

MOCA-09 ( IACS-IAMAS-IAPSO Joint Assembly) - Our worming planet – 19 a- 29 Julho 2009, Canadá

International Symposium on Glaciology in the International Polar Year – 27 a 31 Julho 2009, Reino Unido

Symposium Announcement - Survival In a Changing World – 2 a 6 Agosto 2009, Japão

Cold Regions Engineering 2009 - Fourteenth International Conference - 30 Agosto a 2 Setembro 2009, Minnesota

8th International NCCR Climate Summer School 2009, with participation of IGBP-PAGES - 30 Agosto a 4 Setembro 2009, Suíça

9th ACUNS International Student Conference on Northern Studies - 2 a 5 Outubro 2009, Canadá

18th Biennial Conference on the Biology of Marine Mammals - 11 a 16 Outubro 2009, Canadá

International Workshop on Glacier Hazards, Permafrost Hazards and GLOFs in Mountain - 10 a 13 Novembro 2009, Áustria.

Veja aqui a listagem dos congressos e datas de inscrição
 
CONCURSOS
 
Franklin Institute:
- Bower Award and Prize for Achievement in Science
- Bower Award for Business Leadership and
- Benjamin Franklin Medals
Prazo: 30 de Abril de 2009
http://www.fi.edu/franklinawards/call.html


Toda a informação sobre concursos aqui.
 
 
 
FICHA TÉCNICA:

Coordenação: Gonçalo Vieira, José Xavier e Ana Salomé

Colaboradores nesta edição: Emanuel Dutra, Pedro Viterbo e Pedro Miranda (Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa); Paulo Catry (Unidade de Investigação em Eco-Etologia, ISPA – Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa); José Xavier (Centro de Ciências do Mar, Universidade do Algarve); Gonçalo Vieira (Centro de Estudos Geográficos, UL)

Contactos:
comite.api@gmail.com (Ana Salomé)

Patrocínios: CGD, Programa Caixa Carbono Zero

 
portalpolarantigo-tmp.ul.pt




 
 

 

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